CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cordelista Hailton Mangabeira lança cordel de nº 100: “Tempo de Menino”


Fonte: hailtonmangabeira.blogspot.com

É como muita alegria que publico o meu centésimo cordel. Nunca pensei que chegasse tão longe...Durante esse tempo, no meio cultural, encontrei muitas pessoas que me deram força para seguir em frente. A todos vocês o meu muito obrigado. O próprio mote do cordel denuncia: Tempo de Menino. Um tempo muito feliz, apesar das limitações. Cheio de alegria, amizades sinceras, família unida e reunida. "Que saudade que eu tenho/ Do meu tempo de menino/ Mangabeira foi o berço/ Foi muito mais que divino/ De relance vou lembrar/ Memórias vou recordar/ Do meu tempo de menino./ Quando amanhecia o dia/ Tinha leite no curral/ Tinha cana-de-açúcar/ Goiamum e bananal/ Ah! Que saudade que tenho/ Casa de farinha lembro/ Todo tipo de animal./ É um tempo encantado/ O nosso tempo de criança/ É tudo envolto de festa/ De sonho, grande esperança/ Não importa a condição/ Pois sente a mesma emoção/ Dançamos a mesma dança.
Um forte abraço a todos que viveram comigo no meu tempo de criança.

Um comentário:

  1. Eu adoro Literatura de Cordel. Tenho alguns livrinhos publicados.

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