CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

sábado, 23 de abril de 2011

Caso Bruno na literatura de cordel

Fonte: globoesporte.globo.com

Na literatura de cordel, o goleiro Bruno, suspeito de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio, acabou condenado. Em um folheto vendido na feira de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão, Rio de Janeiro, ele é apontado como o responsável pela morte da ex-amante.

“Bruno com seus amigos Em ato que traz repúdio/ De forma vil e cruel/ Matou Eliza Samudio/ Como em filme de terror/ Produzido num estúdio”, como contam os versos feitos por Isael de Carvalho.

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