CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

LITERATURA DE CORDEL

Reproduzido de rovelle.com.br/cordel

A expressão literária mais popular em plena atividade no país

De sua origem nos menestreis da Idade Média até a chegada ao Brasil com os poetas portugueses. Da organização de suas estrofes à métrica de seus versos. Da impressão à apresentação em barbantes nas praças e feiras, a literatura de cordel é a expressão literária mais popular em plena atividade no país.

Este tipo de literatura é encontrado apenas em outros três lugares do mundo: Portugal, Espanha e França. Vinda de Portugal, trazida pelos colonizadores, foi na Bahia, mais precisamente em Salvador, que esta manifestação artística começou. Dali irradiou-se para os demais estados do Nordeste.

No Brasil, diferente dos demais países, prevalece sua forma poética. Persiste, ainda hoje, com grande aceitação de seu público original. Além de conquistar outro público: estudiosos, colecionadores, eruditos e turistas. E a cada dia, se aproxima do público infantojuvenil com livros repletos de belas ilustrações, em formatos diferenciados e temas que atraem crianças e jovens como o livro Cordelinho, coleção Ciência em versos de cordel e coleção Estórias de arrepiar da editora Rovelle.

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