CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Feira de São Cristóvão mantém viva a tradição do CORDEL

Fonte: Jornal o Estado de São Paulo, via Blog Acorda Cordel na Sala de Aula

Escolhido Patrimônio Imaterial do Brasil, o Centro Luiz Gonzaga quer restringir ritmos que não sejam representativos da região

Nicola Pamplona / RIO - O Estado de S.Paulo – Fotos Wilton Junior/ AE

           Em matéria publicada em agosto do ano passado, o jornal O Estado de São Paulo deu destaque à venda de folhetos na tradicional Feira de São Cristóvão (Rio de Janeiro). Ali, permanecem atuantes os poetas Mestre Azulão (PB), Gonçalo Ferreira (CE) e Marcus Lucenna (RN), este último Diretor Cultural do Centro de Tradições Nordestinas. Veja a seguir, trechos da matéria do “Estadão”:

          “No ano em que completa 65 anos de existência, a Feira de São Cristóvão, com sede no Centro Luiz Gonzaga de Tradicionais Nordestinas, na zona norte do Rio, foi declarada patrimônio cultural imaterial do País, mas vive um embate entre a tradição e a invasão de movimentos culturais modernos.”

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