CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Lançamentos de folhetos aditivam a literatura de cordel

Fonte: marcohaurelio.blogspot.com

       O cordel vive uma fase efervescente. As duas principais editoras do gênero apresentam seus lançamentos.

      A Tupynanquim, de Fortaleza, dirigida pelo poeta Klévisson Viana, chega com uma fornada que reúne nomes  como Bule-Bule (Duelo de bruxos ou a pomba e o gavião), Evaristo Geraldo e Pinto de Ouro (O Príncipe valente e a Princesa Encantada) e Zé Barbosa (História de Justino e o cachorro Joli).

     Outro lançamento é a coleção Pequena Sereia, que traz clássicos do grande escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, recriados pela verve sempre arguta de Paiva Neves. Os títulos são A polegarzinha, O soldadinho de chumbo, O patinho feio e, claro, A pequena sereia. Paiva é autor de uma versão memorável de O príncipe e o mendigo, de Mark Twain, para a coleção Clássicos em Cordel da editora Nova Alexandria.

A Luzeiro de Gregório Nicoló também traz novidades. Entre elas, um cordel picaresco de Franklin Maxado, Gracinha Corneteira, a Malasartes de saia, e Pergunta idiota, tolerância zero!, de Varneci Nascimento. Os dois são de temática jocosa.


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