CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ODE À MADRUGADA

INÍCIO I

(Estava eu twitando
Na madrugada sem sono
Quando veio a poesia
À procura de um dono
Ditou a mim estes versos
Depois deu-me o abandono.

Após me deixar sozinho
Na madrugada chorosa
Meu sono quase não chega
De sua mansão pomposa
No reino da Grande Insônia
Que ruge branda e manhosa.)

INÍCIO II

Esta madrugada incerta
Esconde tantos segredos!
P/ alguns é salvação.
Causa noutros grande medo.
A mim traz inspiração
P/compor este enredo

Madrugada 'cabulosa'!
Q silêncio zuadento!
Deste uma taça de sonhos
A quem tava sonolento,
Mas por querer um amante
Deixou-me acordado, atento.

Minha madrugada bela
Quão fogosa é vc!
Eu tô doido pra dormir
Mas ñ consigo pq
Tua filha Insônia é outra
Q me disse: 'manda ver'!

Então vou fechar os olhos.
Esquece-me madrugada.
Tenho de acordar cedo
Em nova longa jornada.
Procure sono também.
Não seja exagerada!

Manoel Messias Belizario Neto

Imagens 1, 2

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