CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O AMOR DE EMANUELLE



 Por Manoel Belizario

Escorregar no arco-íris;
Sensação do vencedor;
Emoção que sente a Terra
Ao ter do sol o calor;
O arrepio da pele.
É assim, Emanuelle,
Que descrevo seu amor.

Comoção do sertanejo
Ao ver a chuva cair;
Coração acelerado
Quando a paixão se servir;
Maior desejo sonhado
Quando é realizado;
Felicidade surgir.

Saciar-se de ambrosia;
Alcançar o infinito;
Caminhar no horizonte;
Consolação do aflito;
Encantamento divino.
Ave cujo belo hino
Jamais pode ser descrito

É assim o nosso amor
Por você, Emanuelle.
Três meses hoje completas.
Que muito mais se chancele.
És nossa maior vitória.
Transformastes a minha história
E da mamãe Danielle.

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