CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

PALAVRAS AO VENTO NAS CASCATAS DA WEB

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(Mais uns versos compostos ao vivo no twitter)

Em kem devo acreditar.
Na ternura ou no momento?
Dum lado está a razão.
Do outro o sentimento.
Cada 1 dois dois tentando
Promover seu movimento.

E agora nos vêm a besta
De práxis apocalíptica
Em busca de comprar almas
Revive a verdade mítica.

Porém a besta disfarça.
Perpassa a expectativa.
Motiva a alma que passa.
A massa gritando viva! 

Metáfora é poesia.
Pra ler requer tradução.
Requer leitura de mundo.
Para a interpretação.

Manoel Messias Belizario Neto em @twitter

Imagens

http://www.trekearth.com/gallery/South_America/Brazil/South/Rio_Grande_do_Sul/Canela/photo229059.htm
http://informaticon.com.br/site/file.php/1/web_d.jpg

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