CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

sábado, 2 de março de 2013

MUSEU AMAZÔNICO APRESENTA LITERATURA DE CORDEL–Manaus (AM)

Museu Amazônico apresenta literatura de cordel

Fonte: Jornal do Povo New Mascate.com.br

O Museu Amazônico prepara o lançamento de uma coletânea de textos em cordel do poeta baiano Valmir Pereira dos Santos. O evento acontece nos dias 5 e 6 de março.
De acordo com o cordelista, a coletânea 'O cordel é um jornalismo em versos' é fiel ao trabalho que o artista já realiza, mesclando jornalismo, política e arte."De fato, o cordel é um jornalismo em versos. Isso se comprova historicamente: na época das caravelas, os fatos que aconteciam durante as expedições eram relatados à coroa em forma de versos", disse.
Os primeiros trabalhos de Santos apareceram em 2001. Ele foi premiado na cidade de Cedro, interior do estado do Ceará, com o tema 'Diálogo das Raças'. É do poeta também a autoria de 'Lula Antes, Lula Depois' e 'Homens de Bem sobre a Mira do Mal', lançados em 2004. Em 2005, o escritor produziu 'A Indústria da Fé', 'O Preço da Mentira' e 'O Mensalão'.
No ano seguinte, Santos lançou 'A Saga dos País do Faz de Contas' e 'Canções de Amor', entre outros. Atualmente, o cordelista, além de escritor, atua como palestrante de literatura de cordel e promove oficinas de literatura, canto, música. Além disso, ele também palestra sobre o combate à violência e ao consumo de drogas.

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