CORDEL PARAÍBA

**

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não pertence a coronel./É propriedade do povo:/rico, pobre, velho, novo/deliciam-se deste mel./Rico, pobre, velho, novo/Deliciam-se neste mel.

(Manoel Belisario)



terça-feira, 14 de maio de 2013

LITERATURA DE CORDEL É TEMA DE SEMINÁRIO EM IRECÊ - (UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA)


POPULAR – Literatura de cordel é tema de seminário em Irecê
 - Literatura de Cordel: A Arte Cultural Popular em Múltiplas Linguagens no Território de Irecê é o nome do seminário que objetiva resgatar o interesse da comunidade acadêmica e das cidades que compõem o Território de Irecê sobre a manifestação cultural do cordel, gênero literário típico do Nordeste brasileiro. Trazendo à pauta esta expressão popular que se origina dos relatos orais e se imprime em folhetos repletos de rimas e xilogravuras, o evento apresenta a alunos e professores do Campus XVI da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) um vasto universo de temas de pesquisa no campo das Letras. Desta maneira, explorando diversidades, significados e relações com a contemporaneidade, pretende-se aproximar a universidade da realidade artística da região e desta produção literária que representa o trabalho de poetas que se espalham por toda a Bahia.
  • Campus XVI da UNEB (Irecê)
  • 74 3641-1862 | sandrogoliver@hotmail.com
  • 22/5 a 24/5; Inscrições até 15/5
  • Grátis
  • UNEB
  • http://www.unebirece.org
  • FONTE/REPRODUÇÃO: SITE AGENDA CULTURAL BA

Literatura de Cordel é destaque na Culturando - SESC CE


A página Culturando desta quinta (9) traz em destaque a literatura de cordel, linguagem utilizada no projeto “Sesc Cordel vai à escola”, que beneficia alunos de escolas públicas da Região do Cariri.

A literatura de cordel como recurso para a educação é tema também da Coluna Opinião, assinada pelas bibliotecárias Deusimária Dantas e Andréa Duarte, do projeto “Sesc Cordel vai à escola”.
Você confere ainda matéria sobre o espetáculo “Fabulosa”, que traz ao palco uma reflexão sobre o bullying entre crianças. O espetáculo está em cartaz no Teatro Sesc Senac Iracema nos dias 12, 19 e 26 de maio.
A coluna “Vem por ai” traz a programação de projetos desenvolvidos nas Unidades do Sesc Ceará.
Culturando

Fonte: Site SESC CE

segunda-feira, 13 de maio de 2013

João Rodrigues dá Oficina de Cordel a Professores de Reriutaba - CE


No último dia 30 de abril, terça-feira, o Cordel avançou mais um passo em Reriutaba.
A convite da Coordenadora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental II das Escolas Municipais de Reriutaba, Janielle Furtado, João Rodrigues deu uma Oficina de Cordel aos Professores deste segmento.
Apesar da forte chuva que caiu a partir do meio-dia de terça-feira, quase 20 professores compareceram.
A sala estava decorada com cordéis pendurados, cartazes, mesa coberta com chita e mais cordéis e outros livros referente ao assunto estavam sobre uma faixa de chita no chão.
A Oficina foi dividida em duas etapas: na primeira, a parte teórica do Cordel; na segunda, veio a parte prática, quando os professores, divididos em grupos, produziram suas estrofes e declamaram, para o deleite dos participantes. Músicas e vídeos também foram inseridas na Oficina.
De lá, os professores saíram entendendo as principais regras do Cordel: rima, métrica e oração. Tiveram também várias dicas de como trabalhar o Cordel em sala de aula -  a principal razão da Oficina.
No final, João Rodrigues mostrou como montar um folheto de 8 páginas no Word, para que os professores montem, com os alunos, seus próprios cordéis em sala de aula.
A Oficina começou às 13:45h e terminou às 17:00h.




Fonte: Blog do Riacho

domingo, 12 de maio de 2013

Campanha da PUC-Rio inspirada no cordel

No dia 16 de abril, a DBD – Divisão de Bibliotecas e Documentação da PUC-Rio, iniciou uma campanha de preservação do seu acervo.


A campanha foi inspirada na Literatura de Cordel e foi chamada “Cordel da Preservação nas Bibliotecas da PUC-Rio”.

O Lançamento da campanha contou com a presença do presidente da ABLC, Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Gonçalo Ferreira da Silva que discorreu sobre a preservação do livro e sobre a história do cordel. Contou também com os cordelistas e repentistas, Zé Maria de Fortaleza e Tião Simpatia que fizeram ótima apresentação fazendo repente sobre o mesmo tema.

A palestra foi rica em informações, saí de lá bem mais informada sobre como manusear corretamente um livro para que este não chegue à degradação.

Zé Maria de Fortaleza e Dalinha Catunda
Dalinha Catunda e Gonçalo Ferreira
Tião Simpatia e Dalinha Catuunda

Texto de Dalinha Catunda fotos de Erinalda Villenave.

Fonte: Blog Cordel de Saia

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Casa de José Américo inicia processamento do acervo de Cordel–João Pessoa (PB)

O projeto "Acervo Inicial de Literatura de Cordel Leandro Gomes de Barros", desenvolvido pela Fundação Casa de José Américo, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, encontra-se no final da quarta etapa, que corresponde ao processamento técnico do acervo adquirido. O projeto tem o objetivo de formar um acervo especializado em literatura de cordel e obras literárias afins, para preservar a memória da cultura popular regional e disponibilizá-lo ao público.

Elaborado pela equipe da Biblioteca Dumerval Trigueiro Mendes e do Departamento de Pesquisa, ambos setores da Fundação Casa de José Américo, o projeto foi iniciado em julho do ano passado e está sendo desenvolvido em cinco etapas sucessivas: pesquisa, seleção, aquisição, processamento técnico e elaboração de um catálogo.

A etapa atual, que é o processamento técnico, é a parte da indexação ou identificação do assunto dos folhetos. A coordenadora do projeto e diretora da Biblioteca Dumerval Trigueiro Mendes, Nadígila Camilo, explicou que ela é realizada através da leitura textual para definir o assunto de cada folheto. Os folhetos adquiridos se encontram em variados formatos, tanto nos tradicionais, como também, em forma de revista em quadrinhos, livros de literatura infantil, para o incentivo do hábito de leitura.

Nadígila explicou que o formato de livro é usado como instrumento pedagógico no ensino de várias disciplinas: Português, História, Geografia e outras. Acrescentou que como objeto de estudo científico, o cordel vem sendo pesquisado nas diversas áreas do conhecimento. Segundo ela, até agora já foram processados tecnicamente 3.048 folhetos e catalogados 554 autores das diversas regiões do Brasil. Foram adquiridos folhetos antigos considerados clássicos e raros e também de novos autores.

Paralelamente, a equipe de execução elabora um catálogo para divulgar todo o acervo adquirido através do projeto. O material vai indicar uma dimensão da produção de cada cordelista. Através da realização deste projeto, a Fundação Casa de José Américo pretende recuperar os folhetos de cordel existentes e captar obras que tratam sobre o assunto, organizando-os para guarda permanente, com o objetivo de preservar, divulgar e disponibilizar para a pesquisa e estudos científicos.

O projeto recebe assessoria científica da professora e pesquisadora do Departamento de Ciência da Informacao da Universidade Federal da Paraíba, Beth Baltar, que desenvolveu um sistema de classificação baseada na semântica discursiva para indexação de folhetos de cordel, objetivando a minimização da subjetividade na recuperação da informação. O sistema está sendo aplicado na indexação dos folhetos que constituem o Acervo de Cordel.

O Acervo de Cordel é organizado na Biblioteca Durmeval Trigueiro Mendes, unidade de informação que integra a Fundação Casa de José Américo. Nadígila informou que os cordelistas podem fazer a doação de exemplares.

Leandro Gomes de Barros - A escolha do nome do projeto é uma homenagem ao cordelista paraibano Leandro Gomes de Barros, pioneiro na Literatura de Cordel, no formato impresso. No contexto da História da Cultura Nordestina, é considerado o patrono da literatura popular em verso.

Paraibano de Pombal, ele nasceu em 19 de novembro de 1865, foi o primeiro a publicar, editar e vender seus folhetos. Uma das características marcantes é que seus impressos tratam de uma grande diversidade de temas universais que abordam assuntos variados, desde a descrição da vida nordestina de sua época, reclamações sobre o governo, crítica à carestia, às guerras e ao desregramento da sociedade, sempre em tom de sátira e ironia. Leandro faleceu no Recife, no dia 4 de março de 1918.

Fonte: Site Governo PB Jus Brasil

Imagem: Blog Cultura Nordestina

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Projeto "Cordel Vôvó Legal" produzirá livretos em literatura de cordel sobre fatos históricos do município de Cariré (CE)


FOTOS/Divulgação/CRAS SEDE




Projeto "Cordel Vôvó Legal" vem promovendo em conjunto com as equipes das localidades contempladas, algumas "rodas de conversas" bem interessantes, com o objetivo de continuar a realizar a produção textual com os idosos, enfocando fatos históricos de cada uma delas, utilizando alguns versos de quatro estrofes. 


Os participantes do projeto pertencem aos grupos da Terceira Idade Cidadã de Anil, Arariús, Jucá, Juré e da Sede, os quais são mantidos pela Prefeitura Municipal de Cariré, através da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), em sintonia com os CRAS da Sede e Zona Rural de Anil.
FOTOS:Vicente J.Rodrigues / Cariré em Revista

Flávio Braga Martins
"Com a finalidade de facilitar a sondagem dos assuntos referentes às pesquisas históricas,  os idosos ficaram divididos em equipes, levando-se em conta que alguns deles têm dificuldades em ler e escrever. O importante é que os membros do Projeto "Cordel Vôvó Legal" se mostraram bem interessados com as produções textuais, incluindo as entrevistas e palestras relacionadas às temáticas", segundo nos informou Flávio Braga Martins, articulador do Projeto "Cordel Vôvó Legal".

Segundo informações de Flávio Braga Martins, que também é coordenador do CRAS da Sede, "após a conclusão das palestras, entrevistas e produções textuais, serão publicados livretos em forma de literatura de cordel, contando as histórias das localidades pesquisadas pelas equipes da Terceira Idade Cidadã.

Fonte: Blog Cariré em Revista 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Literatura de cordel inspira atividades da Cia. Atos - Sorocaba (SP)


                                  
Com o objetivo de estimular o hábito da leitura, o Sesc Sorocaba traz neste mês as atrações Brincadeiras de cordel, conduzidas pela Cia. Atos. A atividade é gratuita e acontecerá em diversos espaços da unidade aos domingos em três horários: 13h30, 15h30 e 17h. Não há necessidade de retirar ingressos. 

Em Brincadeiras de cordel, a proposta do grupo é auxiliar no estímulo à leitura, através da diversidade literária presente na cultura popular brasileira e na difusão da literatura de cordel, um importante gênero da literatura popular muito conhecido no Nordeste, mas pouco difundido nos grandes centros urbanos. Assim, três atores, munidos com um pandeiro e um grande guarda-chuva, simulando um varal de cordel onde ficam pendurados diversos livretos, interagem com o público, misturando música, adivinhas, parlendas e versos. 
O Sesc fica na rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade. Mais informações: (15) 3332-9933 / www.sescsp.org.br.
Fonte: Site JORNAL CRUZEIRO DO SUL

terça-feira, 7 de maio de 2013

Literatura de Cordel e Viola Caipira são temas de oficinas e minicursos da Celebração dos Sertões– SECULT/BA

por Mônia Ramosem 07/05/2013 16:28

Reconhecendo a Literatura de Cordel e o som das violas como plano de fundo das atividades do povo sertanejo, nesta quarta-feira (08.05), o Centro de Cultura João Gilberto recebe o público da II Celebração das Culturas dos Sertões para o segundo dia de oficinas, minicursos e do Circuito Popular de Cinema e Vídeo. Iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), o evento tem como objetivo conhecer, discutir e celebrar as realidades e características peculiares ao sertão e a história do seu povo.

Na parte da manhã, a partir das 9h, nas salas 2 e 3, acontecem a Oficina de Viola Caipira, com Júlio Caldas, e o mini-curso “Refletindo sobre a Literatura de Cordel: Vivendo a Literatura de Cordel”, com Edilene Matos. À tarde, a partir das 15h, as atividades serão retomadas com a Oficina de Literatura de Cordel, ministrada por Antônio Barreto, e o mini-curso “Uso de Novas Tecnologias para Aquisição de Fontes Históricas”, com Diogo Carvalho.   

Aspirinas e Urubus no cinema do Centro de Cultura João Gilberto

A partir das 19h o cinema toma conta da Sala Principal do Centro de Cultura João Gilberto, com a mostra “O Sertão é o Mundo” – Circuito Popular de Cinema e Vídeo. Dirigido pelo pernambucano Marcelo Gomes, o longa “Cinema, Aspirinas e Urubus” conta a história do encontro do alemão fugido da 2ª Guerra Mundial, Johann, e do sertanejo Ranulpho, no meio do sertão, em 1942. Viajando de povoado em povoado, a dupla exibe filmes promocionais sobre o remédio “milagroso” para pessoas que jamais tiveram a oportunidade de ir ao cinema e aos poucos surge entre eles uma forte amizade.

Na mesma noite, acontece ainda a exibição do filme “Cega Seca”. Com direção de Sofia Federico, a trama revela a vida de um sertanejo que sustenta a família vendendo pássaros cantores num povoado do interior baiano dizimado pela seca.

Programação:

Dias 08 de maio (terça)

Mini-curso: Refletindo sobre a literatura de cordel: vivendo a literatura de cordel, com Edilene Matos

Centro de Cultura João Gilberto - Sala 3 - 9h às 12h

Oficina de Viola Caipira com Julio Caldas

Centro de Cultura João Gilberto - Sala 2 -  9h às 12h

Mini-curso: “O uso de novas tecnologias para aquisição de fontes históricas” com Diogo Carvalho

Centro de Cultura João Gilberto - Sala 3 - 15h às 18h

Oficina de Literatura de Cordel com Antonio Barreto

Centro de Cultura João Gilberto - Sala 2 -  15h às 18h

Mostra “O Sertão é o Mundo” – Circuito Popular de Cinema e Vídeo

Programa 2

Filme: “Cega Seca” (BRA, 2003). Direção: Sofia Federico. Duração: 23 minutos. Classificação: 12 anos

Filme: “Cinema, Aspirinas e Urubus” (BRA, 2005). Direção: Marcelo Gomes. Duração: 101 minutos. Classificação: 14 anos

Centro de Cultura João Gilberto - Sala Principal - 19h

Entrada Franca

Fonte: Site  Grande Rio Fm

Imagem: Site da ABLC

Senador Inácio Arruda (PC do B - CE) quer garantir aposentadoria de repentistas e cordelistas



O Projeto de Lei 7792/2010 da Câmara dos Deputados, de autoria do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), cria a aposentadoria por idade de repentistas e de cordelistas. A matéria, já aprovada no Senado, tramita na Câmara dos Deputados. Os deputados Benedita da Silva (PT-RJ) e Rogério Carvalho (PT-SE) pediram vistas conjuntas e, com isso, adiaram a votação, na Comissão de Seguridade e Família, da Câmara Federal.


No texto, repentistas e cordelistas poderão requerer aposentadoria por idade, no valor de um salário mínimo, durante dez anos, contados do dia 1º de janeiro de 2010, desde que comprovem o exercício da atividade artística, ainda que descontínua, no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício, em número de meses idêntico à carência do referido benefício. 

“Esta é uma medida de reparação para com esses artistas e pelo valor cultural e educativo. Embora a concessão do benefício seja transitória, ainda assim será de grande valia para os repentistas e cordelistas, edificadores da cultura popular brasileira”, justifica Inácio.

Típica da região Nordeste, a literatura de cordel é um gênero da poesia popular. Em geral, abordam acontecimentos da vida e causos de figuras míticas para os nordestinos. Os Repentistas criam espontânea e improvisadamente poemas musicados, inserindo-se na tradição da literatura oral e da literatura de cordel. O repentista de viola do interior do Nordeste brasileiro faz a chamada “Cantoria”, na qual desfila versos improvisados em inúmeras modalidades: Sextilhas, Décimas, Oitavas, Martelos e Galopes, por exemplo.

Fonte: Portal Vermelho

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Prêmio literário com inscrições abertas em Independência


As inscrições para o 5º Prêmio Literário Flávio Paiva, no município de Independência, prosseguem até 15 de maio e podem ser realizadas na sede da organização não governamental (ONG) História Viva ou nas escolas da cidade. Podem participar alunos entre 10 e 17 anos que estejam matriculados em escolas públicas e particulares do município.
O nome do prêmio é em homenagem ao escritor e jornalista Flávio Paiva. Nascido em Independência, Flávio é autor de livros nas áreas de cultura, cidadania, gestão compartilhada, mobilização social, memória e infância. Oito dos seus livros são dedicados ao público infantil.

Ricardo Assis, presidente da ONG História Viva, organizadora do prêmio, diz que a ideia do concurso é incentivar a leitura e a produção de textos. O prêmio existe desde 2009 e “já se tornou tradicional” no município, com adesão crescente dos estudantes, afirma Ricardo.
As categorias para inscrever os textos são crônica, conto, poesia e literatura de cordel. Cada participante pode inscrever até três trabalhos inéditos, não importando a categoria. A banca julgadora é formada por professores e escritores da região, que trabalham de forma voluntária. (Lívia Priscilla/ Especial para O POVO)

Serviço 
Prêmio Literário
Inscrições: até 15 de maio, das 8h às 12h e das 14h às 17h.
Data máxima para entrega dos trabalhos: 28 de junho
Divulgação da lista dos vencedores: 1º de agosto
Premiação: 10 de agosto
Informações: ONG História Viva - Casa da Memória e Estação Leitura (Rua Cícero Justino, S/N – Centro, Independência-CE)
Link para o edital do prêmio: http://migre.me/egtV5
Site: Jornal "O Povo Online"

domingo, 5 de maio de 2013

LITERATURA DE CORDEL INSPIRA NOVO FILME DE CARIRY


Literatura de cordel inspira novo filme de Cariry
Chico Diaz, Cariry e Silvia Buarque. © Claudio Lima
Para contar a história de Lampião, o cineasta cearense Rosemberg Cariry se inspirou em dois cordéis sobre o rei do cangaço, que trata da sua chegada no céu e no inferno, para realizar seu 12º longa-metragem, “Os Pobres Diabos”.
No elenco, estão Chico Diaz, Silvia Buarque e Gero Camilo, que relatam a história através de uma trupe de circo. O longa de Cariry, com tons de comédia, está em finalização e contou com a ajuda de seus dois filhos, Bárbara Cariry, na produção, e Petrus Cariry, na fotografia.
Além de “Os Pobres Diabos”, Cariry finaliza também outro longa, “Folia de Reis”, filmado em 2012.

sábado, 4 de maio de 2013

3° Encontro de Cordelistas da Amazônia mostra a evolução do gênero na Pan-amazônica


Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 04/05/2013 às 15:28


3° Encontro de Cordelistas da Amazônia, realizado na manhã deste sábado, 4, dentro da programação da XVII Feira Pan-Amazônica do Livro, reuniu nomes consagrados da literatura como João de Jesus Paes Loureiro, Juraci Siqueira, João de Castro, Cláudio Cardoso e Hiran Possas.
Durante o evento, que teve como tema “Pelas bordas das culturas: acordes dos cordéis da Amazônia”, a evolução da literatura de cordel - um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folheto – desde sua origem até os dias de hoje, foi comentada entre os participantes. “A literatura de cordel pode ser definida como uma espécie de olhar inconformado com o passado. O cordel é a forma de poesia que absorve a realidade em que o poeta vive”, explica Paes Loureiro.
Ele também ressalta que o cordel é tipo de gênero poético que absorve e expressa característica da cultura que o cerca. “Quando lemos uma poesia de cordel há uma respiração nova do que o autor absorve e expressa da cultura em que ele vive”. Um exemplo dado por ele foi a diferença entre um cordel do nordeste e um cordel amazônico. “Ao lermos um poema de cordel do nordeste e amazônico, vamos perceber a cultura claramente simbolizada de cada uma das regiões”, enfatiza.
Os escritores relataram a origem da literatura de cordel, que remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. “O nome cordel tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes, em Portugal”, diz João de Castro.
No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
A forma diferente e descontraída do cordel é o que faz com que esse gênero poético seja capaz de se manter ao longo de todos esses séculos. “Os poetas hoje não querem criar dentro de uma fórmula estabelecida. Querem criar a sua própria fórmula. A gente se encanta com o surrealismo da literatura que o cordel tem em seus temas. Esse é um exemplo de impregnação do humano na poesia de todo o tempo”, afirma Paes Loureiro.
Simultaneamente ao encontro dos cordelistas, ocorreu também a comemoração pelo Dia do Cordel, no Estande dos Escritores Paraenses, com a venda de cordéis. Para o cordelista João de Castro, o encontro teve como principal objetivo resgatar e preservar essa linguagem literária, que vem desde a fase áurea da borracha e chegou até aqui. “Nós, como cordelistas, possuímos uma proposta ‘Didática e Pedagógica’, haja vista o cordel ter uma linguagem prazerosa de se ler”, finaliza.

Texto:
Bruna Campos - Secom

Secretaria de Estado de Comunicação
Rodovia Augusto Montenegro, km 09 - Coqueiro - Belém - PA CEP.: 66823-010
Fone: (91) 3202-0901

Reproduzido do site Agencia Pará

Para além do imaginário: literatura de cordel encanta crianças no Flipoços - Poços de Caldas (MG)

Escritor Fábio Sombra apresentou contos nordestinos a estudantes no Flipoços (Foto: Jéssica Balbino / G1)Escritor Fábio Sombra apresentou contos nordestinos a estudantes no Flipoços (Foto: Jéssica Balbino / G1)

Por: Jéssica Balbino
Poços de Caldas, MG
Imagine o cenário: um mercado nordestino, um vendedor de livros de cordel com malas pesadas e compradores de histórias. Esta foi a história contada por Fábio Sombra para conquistar os estudantes durante uma palestra nesta quinta-feira (2) no Festival Literário dePoços de Caldas (MG), o Flipoços.
Inspirado nas próprias lembranças, de quando conheceu a literatura de cordel, o escritor que tem pelo menos 20 títulos publicados, fisgou as crianças por meio das práticas lúdicas. Ao expor a própria história, conseguiu retirar os versos e rimas dos livros e levá-los aos pequenos estudantes, que acompanharam com olhos atentos um pouco da oralidade e das rimas dos cordéis.
“Se algum dia eu crescer e me tornar um escritor, gostaria de fazer histórias assim: contadas em versos”, foi o sonho de Sombra quando conheceu a literatura de cordel no nordeste brasileiro e fez questão de dividir com a plateia do festival.
Mas não foi suficiente. Os pequenos pediram mais uma história e ganharam um trecho cantado do livro “A Peleja do Violeiro Magrilim e da Princesa Jezebel”. Por fim, deixaram o teatro enriquecidos e sonhadores com a literatura de cordel.Acompanhado por Francisquinho – um cavaquinho que sempre está com ele – o cordelista cantou a parte da história de ‘Seu João e suas 10 filhas’ e diante do anúncio de que ela era um pouco fantasmagórica, recebeu como resposta os gritos infantis: "continuaaaaaaaaaaaaaaa !!!". E a diversão teve sequência, até que todos conheceram o final das 10 filhas do Seu João.
Crianças lotaram o teatro para ouvir a literatura de cordel (Foto: Jéssica Balbino / G1)Crianças lotaram o teatro para ouvir a literatura de cordel (Foto: Jéssica Balbino / G1)
Serviço – O Flipoços  começou em 27 de abril  e vai até 5 de maio no Espaço Cultural da Urca em Poços de Caldas. A entrada no espaço e para as palestras é gratuita. Mais informações sobre a programação do festival podem ser obtidas pelo sitewww.feiradolivropocosdecaldas.com.br.
Reproduzido do G1 Sul de Minas

Coreografia de Cordel | Programação | Fundação Clóvis Salgado - Belo Horizonte


DANÇA

Poesia de Cordel

Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro – Belo Horizonte)
Coreografia de Cordel
O Departamento de Dança do Cefar apresenta Poesia de Cordel no SESC Palladium dias 17 e 18 de maio de 2013. Ao todo, 103 bailarinos, com idades que variam de 8 a 25 anos, estão no palco. Além disso, a acordeonista Sarah Assis realiza intervenções ao vivo junto a dois alunos do curso de música do Cefar, compondo um trio: acordeom, triângulo e zabumba.
Dia 17 de maio, o espetáculo terá uma apresentação didática às 15h00, especialmente direcionada ao atendimento PCG com capacidade para receber até 700  crianças. E no dia 18 de maio a apresentação é aberta ao público com ingressos a preços populares (R$10,00 inteira e R$5,00 meia) às 20h30.
O Departamento de Dança Cefar apresentou o espetáculo Poesia de Cordel, em dezembro de 2012, no Grande Teatro do Palácio das Artes. A montagem foi fruto da parceria do Cefar com o Coletivo Movasse, que se propôs a criar uma obra inspirada no universo da Literatura de Cordel, gênero literário do Nordeste do Brasil.
O processo de criação do espetáculo se deu de forma colaborativa com os alunos. Cada aluno teve a oportunidade de contribuir com suas idéias e movimentos para a construção do mesmo. A vivência de um processo colaborativo de criação nos revelou um grande envolvimento dos alunos com a obra e consequentemente propiciou uma formação diferenciada aos nossos alunos/artistas.
O Movasse – Coletivo de criação em Dança é composto por quatro bailarinos criadores, Andrea Anhaia, Carlos Arão, Ester França e Fábio Dornas, e convidaram para este trabalho Cibele Maia, bailarina, professora de dança e também produtora do Coletivo.
FICHA TÉCNICA
Concepção e Direção Coreográfica – Coletivo Movasse e Cibele Maia
Material Coreográfico – Alunos da Escola de Dança do CEFAR
Direção e Coordenação Geral – Joana Wanner e Priscila Fiorini
Roteiro – Kênia Dias
Ensaios – Eliatrice Gischewsky, Fernanda Vieira, Joana Wanner, Juliana Reis, Liana Sáfadi, Priscila Fiorini
Iluminação – Ricardo Cavalcanti
Cenário e figurino – William Rausch
Produção de figurino – Márcio Ângello e Bastidores Produção
Músicos Convidados- Sarah Assis, Emy Ayó e Gabriel Cesário
Edição musical – André Thitcho e alunos da disciplina “Laboratório de Trilha” do Curso de Música: Calvin Delamarque e Hugo Jacson
Voz em off – Cristiano Cunha
Fotos – Paulo Lacerda

EVENTO

Poesia de Cordel

DATA

18 de maio, sábado

HORÁRIO

20h30

LOCAL

Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro – Belo Horizonte)

PREÇO

R$ 10,00 (INTEIRA) e R$ 5,00 (MEIA)

INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO

(31) 3236-7400
Fonte:Site Fundação Clovis  Salgado - Governo de Minas Gerais

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Tradição e palavra afiada - (Feira do livro Belém (PA))


Rima simples para ecoar tradições populares, estórias que permeiam o imaginário de um país. A literatura de cordel, conhecida expressão que surgiu no seio da região nordestina, começa na oralidade para desembocar em folhetos bem humorados e singelos – uma manifestação criativa e bem humorada do saber de um povo simples. O universo lúdico construído por meio destas publicações tem espaço cativo na Feira Pan-Amazônica do Livro. Amanhã, durante o dia, será realizado o III Encontro de Cordelistas da Amazônia, com uma programação que conta com palestra, oficina e uma feirinha de cordéis. 
A literatura de cordel tem origem longínqua. Considerada uma das formas literárias mais populares do Brasil, sua ideia base vem da época do Renascimento, quando se popularizou o costume de produzir publicações escritas na tentativa de eternizar relatos orais. “O cordel como uma publicação é apenas o resultado físico de uma produção literária que é falada. É uma literatura que é recitada, cantada, para depois ganhar o papel”, explica Cláudio Cardoso, editor de cordéis e um dos organizadores do Encontro. E a inspiração já atravessou o oceano pacífico batizada. Em Portugal, os folhetos eram conhecidos como cordel, pois eram expostos para venda em cordas ou barbantes. No nordeste brasileiro, a tradição do varal foi mantida, mas também criou-se uma nova forma de escoamento: os populares livretos começaram ser vendidos expostos em bancas, vendidos no famoso modo “corpo a corpo”. 

Autores travam luta contra o esquecimento
E no nordeste também se construiu uma estética própria da manifestação, com temas e visual mais próximos da realidade brasileira.Com a vinda dos nordestinos para a região amazônica no final do século XIX - movimento ocasionado por causa dos ciclos da Borracha, do Peonato (construção da Rodovia Transamazônica) e do Minério – o cordel veio na mala. Em 1914, um pernambucano monta a primeira editora de cordel da região, a Guajarina, que ajuda na propulsão do trabalho dos cordelistas que já começaram a despontar por essas bandas. De lá para cá, surgiram diversos cordelistas na capital e nos municípios paraenses. Uma produção que resiste às dificuldades de se fazer poesia popular, cheia de requintes artesanais.

Salve os cordelistas da Amazônia
Este é o terceiro ano consecutivo que o Encontro de Cordelistas da Amazônia é realizado, sempre dentro da Feira do Livro. A ideia de promover um evento para saudar a classe artística local partiu do pesquisador Vicente Salles. “Vicente era um dos maiores pesquisadores e colecionadores de cordéis da região. Em uma conversa, ele nos deu essa ideia, de criarmos uma ocasião para discutir e promover essa arte. Tinha que vir dele, não é mesmo?”, conta Juraci Siqueira, cordelista que junto de João de Castro e Cláudio Cardoso organiza o encontro.
Com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado, o grupo conseguiu fazer a primeira edição em 2011, que contou com a modesta participação de 15 pessoas na plateia. No ano seguinte, o número de público aumentou consideravelmente, para 150 participantes. “Com essa visibilidade ficou provado que as pessoas têm interesse pelo assunto e assim a Secult nos disponibilizou um espaço maior. Neste ano, a palestra do Encontro será na sala Marajó, às 10h, e terá participação do professor e poeta Jesus Paes Loureiro e do doutorando Hiran Possas, que pesquisa os cordéis amazônicos. Os organizadores do encontro também participam do debate.
Esse crescente interesse do público e do próprio Estado anima os cordelistas. Organizados em uma associação, o interesse deles é que o cordel seja finalmente reconhecido como um instrumento didático de ensino. “Há tempos a gente busca a inserção do cordel tanto como conteúdo literário nas escolas, como ferramenta para o aprendizado. Nossa intenção não é comercial, é mais de promover esse conhecimento popular, às vezes esquecido”, argumenta Cláudio.

Um bom exemplo dessa luta está na participação do potiguar Gustavo Luz. Ele é fundador da editora “Queima Bucha”, que publica cordéis do Rio Grande do Norte, do Ceará e de outros estados do Nordeste. “Montei a editora para publicações diversas, mas há cinco anos montei a coleção só para cordéis. A gente sente que está acontecendo uma ‘revitalização’ dessa expressão. Temos muitos cordelistas e as pessoas consomem os folhetos. A grande dificuldade é mesmo a distribuição, daí a importância de feiras e encontros”, esclarece Gustavo. A “Queima Bucha” participa do encontro com a exposição de pelo menos 200 títulos diferentes.
João de Castro nasceu em Palmares, no Pernambuco, mas já mora no Pará desde 1972. Conhecido por ser um cordelistas crítico – sua última publicação foi “Belo Monte, o belo de destruir”, com escritos contrários à construção da Hidrelétrica em Altamira -, João acredita que o ponto alto do encontro são os contatos e ideias que surgem a partir dos papos. “Os cordelistas trabalham vendendo de forma independente, se esforçam para produzir e normalmente contam apenas com pequenas editoras. Então, numa situação como a do encontro, podemos tanto conversar com outros como nós, como com o público também. E isso só fortalece nossa rede”, diz.

Além da palestra, haverá também uma oficina de cordel, com duas turmas, entre as 16h e 18h. Durante todo o dia, no estande do Escritor Paraense, haverá a feira de cordéis. “Teremos aí pelo menos 300 títulos diferentes e estarão presentes em torno de 20 cordelistas – alguns de Belém e outros de demais municípios. Vamos aproveitar a oportunidade para discutir a realização da 1ª Feira de Cordel da Amazônia no segundo semestre deste ano”, antecipa Cláudio.

Fonte: Site Diário do Pará

Feira do Livro abre espaço para a Literatura de Cordel - Belém (PA)


Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 02/05/2013 às 13:55

Uma poesia de origem popular, com características próprias, feita para ser lida ou cantada. Assim é a literatura de Cordel, que mais uma vez ganhará destaque na Feira Pan-Amazônica do Livro, com o 3º Encontro de Cordelistas da Amazônia. A programação, realizada pela terceira vez pelo Estande dos Escritores Paraenses, acontece neste sábado, 4, no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, com início às 10h30, na Sala Marajó, onde serão realizadas palestras de João Jesus de Paes Loureiro e Hiran Moura, com o tema “Pelas bordas da cultura: acordes dos cordéis das Amazonas”.
O encontro terá como debatedores os escritores Cláudio Cardoso, coordenador do estande dos Escritores Paraenses, Juraci Siqueira e João de Castro. No “Dia do Cordel”, explica Cláudio Cardoso, além da programação na Sala Marajó, acontecerá, simultaneamente, uma programação especial no estande. “Vamos preparar uma ambientação especial com os cordéis pendurados em varais (forma como tradicionalmente os folhetos são expostos para venda) e os cordelistas estarão recitando durante todo o dia”, afirmou.
Segundo Cláudio Cardoso, na última edição da feira, a programação teve grande repercussão. Por isto, além da programação do estande, a iniciativa vai incluir palestras, debates e oficinas. Neste ano, Gustavo Luz, poeta, editor de cordel, escritor e fundador da editora Queima Bucha, trouxe para o estande mais de 200 títulos de cordéis. “Durante programação, alguns deles serão declamados”, antecipa.
Pela tarde, a partir das 16 horas, serão ministradas oficinas de cordéis, com o poeta cordelista Apolo da Caratateua. Nascido em Recife (PE), Apolo chegou a Belém no final da década de 80 e desde então, produziu uma vasta obra de literatura de cordel. “Embora muita gente não saiba, o Pará tem uma forte tradição de cordel, até porque recebemos muitos nordestinos ao longo da nossa história. Eles trouxeram consigo essa tradição, que aqui ganhou raízes e se firmou”, comenta Carlos Barreto.

Texto:
Amanda Engelke - Secom

Secretaria de Estado de Comunicação
Rodovia Augusto Montenegro, km 09 - Coqueiro - Belém - PA CEP.: 66823-010
Fone: (91) 3202-0901
Site: www.agenciapara.com.br Email: gabinete@secom.pa.gov.br

Campus da Uneb em Irecê recebe seminário sobre a Literatura de Cordel (BA)


cordel
O seminário em Irecê vai contar com a participação de Ady teles, Amarino Queiroz, Antônio Barreto, Bule Bule, Carlos Silva, Felipe Júnior, Flanklin Maxado, Helder Pinheiro, Janete Lainha, Lucas de Oliveira, Luiz Natividade, Markinhos Forró Furado, Nelinho e Banda | FOTO: Divulgação |
O município de Irecê se mobiliza para receber estudantes, visitantes da região e de outras localidades que participarão do seminário sobre a Literatura de Cordel. A ação acontece no campus XVI da Uneb entre os dias 22 e 24 de maio e traz a temática “A Arte Cultural Popular em Múltiplas Linguagens no Território de Irecê” para o centro do debate. Os acadêmicos do curso de Letras da universidade planejaram e promoverão a atividade que, para os coordenadores, é de relevância para a cultura da Bahia, do nordeste e do Brasil. “O tema ficou esquecido e agora volta a ocupar aos poucos seu espaço na sociedade, graças a eventos como este que vêm articulando e sensibilizando pessoas que estão envolvidas diretamente com esta produção literária, que não se cansarão e não desistirão da jornada de desafios para a continuidade desta literatura”, salienta Jorge Nascimento de Oliveira, colaborador voluntário, em contato com o Jornal da Chapada.
O seminário em Irecê vai contar com a participação de Ady teles, Amarino Queiroz, Antônio Barreto, Bule Bule, Carlos Silva, Felipe Júnior, Flanklin Maxado, Helder Pinheiro, Janete Lainha, Lucas de Oliveira, Luiz Natividade, Markinhos Forró Furado, Nelinho e Banda. De acordo com Oliveira o empenho dos estudantes na realização do evento chama a atenção para a qualidade de artistas engajados. “Na gestão dos trabalhos encontra-se Sandro Gomes Oliveira, junto com sua equipe de colegas acadêmicos. Em diálogo freqüente com Sandro, por intermédio de mídia internet, testemunho o seu empenho nas chamadas pra reunir-se, debater e sensibilizar através das campanhas de divulgação, visando o êxito do evento. Será um momento de enriquecimento e aprendizagem, basta conferir os renomados nomes que compõem a estrutura montada pra disseminar esta cultura”.
As atividades do seminário serão ricas em conhecimento, que será transmitido, replicado, cantado, festejado e multiplicado com embasamento, fundamentados em experiências de vida profissional ao longo do tempo. “Essa ação vai reviver momentos importantes da Nação Brasil, envolvendo todos, acadêmicos, cantadores, cantores, compositores, pessoas da comunidade, poetas, professores, xilografista, ouvintes e tantos outros”, afirma Jorge.
“Fica a ressalva da importância que a academia esteja promovendo esse evento, mas o povo precisa ter cordéis nas mãos, no mercado, na esquina, na padaria, na feira, no botequim, na praia, na praça, na banca de jornal, na livraria, na roça, enfim, na escola. A memória do povo precisa estar com o povo, não coloquemos em prateleiras apenas – assim o povo não vai ler, não vai saber, não vai aprender”, completa o colaborador voluntário Jorge Oliveira.
Fonte: Jornal da Chapada

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Escola Joselio Efigênio realiza projeto ‘Literatura de Cordel na Escola” - Branquinha (AL)



A escola municipal Joselio Efigênio de Vasconcelos, realizou nesta quarta-feira dia 25 de abril o Projeto Literatura de Cordel na Escola, o objetivo é despertar nos alunos a curiosidade e conhecer a riquíssima cultura nordestina, precisamos incentivar nossos jovens alunos a conhecerem sua própria cultura afirma a diretora Maria Rosilda Vicente, que ao mesmo tempo agradeceu aos professores, e a coordenadora Zuleide, que junto com o professor Janiel são responsáveis pelo Projeto. Quero externar o meu contentamento com o desempenho dos alunos, e feliz pelo apoio que a prefeitura vem dando para a educação do município.
O Projeto terá mais duas apresentações, 03 de maio no Teatro do Colégio Marista em Maceió, e a ultima  acontecerá no mês de dezembro.  
 
A prefeitura garante que vai continuar incentivando a educação do município garantindo transporte, merendas saborosas, escolas reformadas, enfim, todos os aparatos necessários para que a educação do município venha crescer a cada dia, ainda neste segmento a prefeitura de Branquinha vem buscando incentivar os professores ainda mais, acaba de fechar parceria com a Uneal para o PROESP, o objetivo principal é valorizar o profissional de educação.  
 Fotos: José Lima
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Branquinha.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Trabalhando com a Literatura de Cordel - Escola EEB Profª Antonia Correia Mendes - Campos Novos (SC)


O Cordel é uma forma poética rica, complexa e viva, que exprime uma mentalidade, uma visão de mundo popular. Para reproduzir a literatura de cordel, que são folhetos de versos expostos em cordões, os alunos do 5º ano formaram, junto com as professoras Melise e Gerci, seus folhetos, contendo versos ilustrados com xilogravura - desenhando com lápis branco sobre a cartolina preta - expressando os versos de seu cordel.






Texto: Joanira Melise Fernandes Camargo
Fotos: Ricardo A. Luzzi

 Fonte: escola.sed.sc.gov.br