CORDEL PARAÍBA

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Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não pertence a coronel./É propriedade do povo:/rico, pobre, velho, novo/deliciam-se deste mel./Rico, pobre, velho, novo/Deliciam-se neste mel.

(Manoel Belisario)



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Parnamirim (PE) terá o I Concurso Público de Literatura de Cordel

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Parnamirim terá o I Concurso Público de Literatura de Cordel. O lançamento foi feito pela Secretaria de Educação que espera com isso divulgar e incentivar a cultura. O tema do concurso é “100 anos do Nascimento de Luiz Gonzaga” e as inscrições podem ser feitas a partir de hoje, 23, até o dia 24. Cabe aos diretores das escolas públicas e privadas entregar na coordenadoria de Gestão Escolar da SEMEC, as obras pré-selecionadas em cada instituição. As inscrições são gratuitas.
Cabe à cada instituição fazer a seleção dos 3 melhores trabalhos elaborados por seus alunos em cada categoria. Cada aluno poderá inscrever apenas uma obra de sua autoria. As obras devem utilizar o estilo sextilha, ou seja: estrofes
de seis versos de sete sílabas poéticas, rimados nos versos pares. Cada obra inscrita deve ter um número mínimo de 12 (doze) estrofes, e um número máximo de 16 (dezesseis) estrofes.
O concurso vai oferecer premiação aos vencedores. O 1º lugar receberá certificação, medalha de honra ao mérito, kit obras de literatura de cordel, de autores acadêmicos da ANLIC, um livro
do autor José Acaci e 01 (uma) bicicleta. O  2º lugar: certificação, kit obras de literatura de cordel de autores
acadêmicos da ANLIC, um livro do autor José Acaci e 01 (um)
DVD. O 3º lugar: certificação, kit obras de literatura de cordel de autores
acadêmicos da ANLIC, um livro do autor José Acaci. Já os professores de Língua Portuguesa e/ou polivalentes
orientadores na elaboração das Obras Literárias de Cordel serão
premiados com uma certificação de 40 horas. A premiação será no dia 13 de dezembro.
Mais informações podem ser obtidas no edital do Diário Oficial do dia 20 de julho, no site da prefeitura.

Poeta de Boqueirão (PB) ganha Concurso de Cordel

Fonte: Associação Boqueirãoense de Escritores

No último mês de junho, onde são comemorados os festejos juninos, a coordenação diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa de Campina Grande lançou o Concurso de Literatura de Cordel para a Terceira Idade. A representante da Pastoral, Aparecida Souza, falou acerca do concurso e lembrou que 15 pessoas participaram da edição deste ano. O vencedor da disputa, Antônio Travassos Sarinho falou sobre a satisfação em receber a primeira colocação, com o cordel “A chave do Cadeado”.

- Sou poeta quando não estou trabalhando na zona rural. Para escrever uma história me inspirei em um tio que era ‘amarrado’ – ponderou ele.

O cordel publicado pela Gráfica Universitária da UEPB está à venda na Feira Livre, no Box Quielcell, pelo valor simbólico de R$ 2,00.

Ainda no mês de junho, o poeta teve dois cordéis publicados pela Cordelaria Poeta Manoel Monteiro. São eles, “Como é bela a poesia” e “Os 5 mandamentos do político mau”. Esses também podem ser adquiridos na Feira Livre.

Antonio Travassos Sarinho é agricultor e membro da ABES (Associação Boqueirãoense de Escritores).

domingo, 22 de julho de 2012

Luiz Gonzaga é tema do concurso de Literatura de Cordel

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Fonte

Com o tema 100 anos do Nascimento de Luiz Gonzaga, a Secretaria de Educação de Parnamirim vai promover o I Concurso Público de Literatura de Cordel da cidade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas do dia 23 a 24 desse mês. Poderão participar os alunos das redes pública e privada de ensino de Parnamirim, desde que estejam cursando o ensino fundamental ou Educação de Jovens e Adultos.

Os diretores das escolas deverão fazer a seleção dos três melhores trabalhos elaborados por seus alunos em cada categoria. Cada aluno poderá inscrever apenas uma obra de sua autoria. Os alunos do ensino fundamental (5º ao 6º anos) participarão na categoria 1. Os alunos do ensino fundamental (7º ao 9º anos) participarão na categoria 2.  Os alunos da EJA participarão na categoria 3. Os alunos/autores concorrerão com outros alunos inscritos O primeiro colocado receberá certificação, medalha de honra ao mérito, kit obras de literatura de cordel, de autores acadêmicos da ANLIC, um livro do autor José Acaci e uma bicicleta.

O 2º lugar receberá certificação, kit obras de literatura de cordel de autores acadêmicos da ANLIC, um livro do autor José Acaci e um DVD. E, o 3º lugar: certificação, kit obras de literatura de cordel de autores acadêmicos da ANLIC, um livro do autor José Acaci.

Os professores de Língua Portuguesa e/ou polivalentes orientadores na elaboração das Obras Literárias de Cordel serão premiados com uma certificação de 40 horas.

sábado, 21 de julho de 2012

Academia de Cordel quer criar “Cordeltecas” em outros estados


Gonçalo Ferreira na biblioteca da Academia Brasileira de Literatura de Cordel: local abriga quase 200 mil títulos
Foto: Laura Marques / Agência O Globo

Presidente da ABLC acredita ser possível implantar literatura popular em bibliotecas de todo o mundo

Fonte: O Globo

RIO — Quando fundou a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), em 1988, o escritor Gonçalo Ferreira da Silva pretendia preservar a tradição do cordel e, aos poucos, internacionalizar este tipo de literatura tipicamente brasileira. Depois de reunir um acervo com cerca de 200 mil folhetos na sede, em Santa Teresa, e fazer palestras na África e na Europa, o presidente da entidade quer implantar bibliotecas de literatura de cordel por todo o Brasil. E, quem sabe, até expandir os limites para fora do país.

— Quero implantar uma “cordelteca” na biblioteca do congresso americano — sonha alto.

Além do Rio de Janeiro, o projeto já saiu do papel no Rio Grande do Norte e no Ceará, estado natal do escritor. A ideia é espalhar as “cordeltecas” por todas as unidades da federação.

— O cordel é uma coisa do povo para o povo. Existe academia de luta, por que não pode existir de cordel? — indaga.

A relação de Ferreira com a cultura popular começou cedo: aos 10 anos, já fazia repentes em Ipu, interior cearense. Aos 14, quando chegou ao Rio, foi trabalhar com um senhor, que, quatro anos depois, levou-o para trabalhar na Rádio MEC. Foi auxiliar de portaria, contínuo e chegou a redator, fazendo o noticiário da meia-noite. A paixão pela escrita e as raízes culturais nordestinas trilharam o caminho para que, em 1978, publicasse o primeiro cordel. Desde então, escreveu aproximadamente 200 obras, traduzidas para línguas como alemão e inglês. O folheto sobre Mahatma Gandhi, o centésimo da trajetória de Ferreira, pode ser encontrado até em japonês.

— Estou fazendo um sobre Hiparco (astrônomo da Grécia antiga) para uma coleção sobre ciência — diz.

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Cordel terá espaço especial na Feira do Livro de Mossoró de 2012

Fonte: omossoroense

Embora ainda sem programação oficial divulgada, a direção da 8ª Feira do Livro de Mossoró confirma que realizará oficina "Aprenda o que é cordel", dia 10 de agosto, uma sexta-feira, com objetivo de ensinar as técnicas de como compor um cordel e explicar a diferença entre o cordel brasileiro e o lusitano, entre outras técnicas.
O evento será realizado entre os dias 8 e 12 de agosto, no Centro de Exposições e Eventos de Mossoró (Expocenter), com expectativa de público de mais de 70 mil visitantes. A oficina "Aprenda o que é cordel" abordará assuntos: história da literatura de cordel, algumas "regras" para escrever um cordel e tantos outros.
A oficina vai ser facilitada pelo cordelista Izaías Gomes, e dispõe de 30 vagas. A atividade começará a partir das 16h, e as inscrições podem ser feitas pelo email bethania@oficinadanoticia.com.br, a indicação é que enviem o nome completo, a idade e o nome da escola e/ou faculdade/universidade.
A oficina é mais um espaço dedicado à literatura de cordel na Feira do Livro. Outro espaço será o VI Prêmio Cosern Literatura de Cordel, dividido em três categorias – Ensino Fundamental, Ensino Médio e Categoria Livre – e que distribuirá aos vencedores troféus e mais de 4 mil reais em prêmios.
Tem como este ano "O que é ser cidadão". Além da premiação, os três melhores trabalhos de cada categoria serão reunidos em um livro para distribuição em bibliotecas da rede pública de ensino do Rio Grande do Norte.
O vencedor será conhecido na abertura da Feira do Livro de Mossoró, dia 8 de agosto. Segundo a organização, o Prêmio Cosern Literatura de Cordel extrapola o campo da poesia e da cultura popular, já que avança nos princípios de resgate da cidadania e de uma sociedade mais justa e comprometida com o presente e o futuro.

DIVERSIDADE
Uma diversa grade de atividades já está sendo preparada e discutida entre convidados e organização da Feira do Livro. Serão oficinas temáticas, palestras, bate-papos, lançamentos de livros e quadrinhos, apresentações teatrais e musicais, exposições de livros, de quadrinhos e cordéis para venda e ainda outras surpresas estarão reservadas para o evento.
Alguns convidados já estão confirmados na FLM, entre eles: o jornalista e escritor Lira Neto; a filósofa Márcia Tiburi; o desenhista Geraldo Borges e o cordelista Izaías Gomes. Outros nomes estão sendo convidados e serão confirmados até o fim do mês, quando deverá ser liberada a programação completa da Feira.
Durante os dias do evento, o pavilhão da Expocenter funcionará com mais de 40 estandes e várias livrarias e editoras já confirmaram presença no evento. Para os cordelistas e sebistas da região, a organização da Feira do Livro de Mossoró separou alguns espaços para doação, possibilitando a participação deles na programação.

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domingo, 15 de julho de 2012

Criada Academia Pernambucana de Literatura de Cordel

Fonte: Fundação Casa da Cultura

Na 5ª feira passada, dia 05 de julho, em reunião na sede provisória da entidade, na Rua Guaianazes, no bairro de Campo Grande, na zona norte do Recife, foi criada a Academia Pernambucana de Literatura de Cordel. Na ocasião, foi eleita a primeira diretoria da entidade com a participação dos acadêmicos:

Presidente: Ana Ferraz
Vice-presidente: Altair Leal
Tesoureiro: Cobra Cordelista
Secretário: Rivani Nazário
Conselho Fiscal: Adelmo Vasconcelos e Jean Lima

sábado, 14 de julho de 2012

Diversidade de quadrinhos e cordel no Café Literário desta quarta-feira

O livro João Trocado foi uma criação do cordelista Ribamar dos Santos, de Gurupi

Fonte Surgiu.com.br

No Café Literário desta quarta-feira, 11, na FLIT – Feira Literária Internacional do Tocantins, teve gramática em quadrinhos e a história de João Trocado, o vaqueiro do Diabo, este literatura de cordel.
A gramática com linguagem simples e divertida, ensinada por personagens criados pelo próprio Geová Silva de Oliveira, que já tem nome e tradição com a linguagem das figuras. O livro João Trocado foi uma criação do cordelista Ribamar dos Santos, de Gurupi, que apresentou de forma singela o seu sexto livro de cordel e o quarto sendo lançado na FLIT.
Para Ribamar, foi uma forma de divulgar o cordel, trabalho que ele realiza todas as semanas em Gurupi. Uma das pessoas que participou do lançamento dos livros foi o estudante, Nicolas de Medeiros Silva Lima, 12 anos, do Colégio João de Abreu, em Novo Alegre do Tocantins.
O estudante se encantou com a feira, com os livros, com a movimentação, disse que vai ler alguns livros, mas confessa que está sendo negligente em relação à leitura. O que ele gosta é de participar das aulas de Educação Física.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

CORDEL DE SAIA NO CONSULADO AMERICANO

Nota do blog Cordel de Saia

Dalinha Catunda e Rosário Pinto, convidadas pelo consulado americano estiveram presentes à festa de aniversário de Independência dos Estados Unidos da América realizada em 03 de julho de 2012, no Palácio da Cidade. O evento contou com apresentação de um grupo do corpo de fuzileiros navais dos EUA e grupo musical de jazz.

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Confira nas fotos nossa participação ao lado de outros participantes com quem travamos contato e trocamos informações.

Debra Mckern - do consulado Americano

Marisa Calnag – Representante do CNFCP

Dalinha Catunda Representando os blogs:

Cordel de Saia e Cantinho da Dalinha

Rosário Pinto Representando os blogs:

Cordel de Saia e Rosário e Cordel.

Jeruza Reis – representando a JOIGLOBAL

Fotos do acervo de Dalinha Catunda

Da direita para esquerda:Marisa, Dalinha, Debra Rosário

Da esquerda para direita: Marisa, Dalinha, Rosário, Jerusa

Rosário Pinto e Dalinha Catunda com os Fuzileiros Navais dos EUA

quinta-feira, 12 de julho de 2012

VERSOS PARA ROSÁRIO

Por  Manoel Belizario

Conquistou nossa amizade
Embelezando o cenário.
Mora em nosso coração
Sem pagar nenhum salário.
De quem é que estou falando?
De Maria do Rosário.

Pessoa especial –
Cujo saber é tão vário...
Sua ação em nosso meio
Surge como um relicário
De ternura e amizade –
É Maria do Rosário.

Maria, um dom ou magia
Seu universo diário
É repleto de alegria
Traz ao nosso imaginário
Tanta emoção sadia
Não existe outra Maria
Como esta do Rosário.

Em meu nome e em nome dos amigos: Fabiano Serrano, Annaclara Nunes e Ezequias Gonçalves.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Veredas de Sombras - Literatura de Cordel - Antônio Francisco

Fonte: skoob

Um admirável Antônio Francisco novo. Assim podemos analisar a nova vertente de Antônio Francisco neste "Veredas de Sombras", terceiro livro do cordelista e poeta, que está sendo reeditado pela Petrobras. Forte como o título "Veredas de Sombras", é obra mais densa do que as anteriores, e de acordo com Antônio o livro mostra a alma da humanidade e a incoerência dos homens. Depois de enfrentar um sério problema de saúde, e superar com o forte coração de poeta, Antônio quis falar sobre a alma humana como nunca antes. Apesar de tocar em temas muito sérios, ele não perdeu a verve de observador do cotidiano que o acompanha em "Dez Cordéis num Cordel Só" e "Por Motivos de Versos". A Petrobras traz a reedição de "Veredas de Sombras", contribuindo para preservar a cultura popular e valorizar o trabalho do nosso poeta que de forma tão brilhante traduz o Nordeste e a realidade da nossa região. -- Jorge Amorim Pereira Filho (Gerente da Petrobras Mossoró).

Mini curso de literatura de cordel, poesia popular e ritmo - BA

 cordel

14 e 15 de julho

Ouro Preto
de 14 às 18 hrs
Investimento de $30,00
Público Alvo
-Crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas
-Jovens e agentes multiplicadores que atuam em ONGs
-Pertencentes da melhor idade que buscam
melhoria na qualidade de vida
-Graduandos e pesquisadores de cultura popular
-Interessados em literatura de qualquer faixa etária e classe social.
A oficina vai acontecer no Ateliê Nossa Senhora da Conceição, um novo espaço de artes em Ouro Preto. O endereço do Ateliê é Rua da Conceição, 14, no bairro Antônio Dias. Venham, participem!

A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.
De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc.
Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.

Fonte: Vira-saia

domingo, 8 de julho de 2012

Prêmio Lauro de Freitas de Literatura (Cordel – Conto - Poesia) - BA

Fonte: galinhapulando.com

REGULAMENTO

Em virtude da realização do cinquentenário do município de Lauro de Freitas em 31.07.2012, a Editora Livro.com e a ALALF – Academia de Letras, Artes e Cultura de Lauro de Freitas lançam o Prêmio Lauro de Freitas de Literatura. O Prêmio Lauro de Freitas de Literatura é uma realização da Livro.com em co-produção com a ALALF e com o apoio da Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas. Este Prêmio será realizado na cidade de Lauro de Freitas-BA, no período de 01.06.2012 a 31.07.2012.
O Prêmio Lauro de Freitas de Literatura tem como objetivo colaborar com os festejos comemorativos do cinquentenário de Lauro de Freitas (31.07.2012), promovendo os poetas regionais, favorecendo o intercâmbio de ideias na busca de espaços para divulgação dos mesmos, fomentando a discussão entre artistas e população, criando espaços para manifestações literárias com o intuito de descobrir novos talentos da literatura baiana.

DO PRÊMIO
Serão selecionados 4 melhores escritores em cada uma das seguintes categorias: Cordel, Conto e Poesia. Os melhores classificados terão seus textos publicados na I Antologia Lauro de Freitas de Literatura e receberão 20 livros cada. O Tema é Livre, não será cobrada taxa de inscrição e não será oferecida premiação em dinheiro. No entanto, os 12 melhores colocados terão seus poemas publicados na ANTOLOGIA acima citada.
As obras devem ser inéditas e escritas no idioma português.

DAS INSCRIÇÕES
Poderão se inscrever no Prêmio Lauro de Freitas de Literatura escritores amadores ou profissionais maiores de 18 anos, residentes em Lauro de Freitas e região metropolitana: Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Madre de Deus, Salinas das Margaridas, Salvador, Simões Filho e Vera Cruz, exceto os escritores que fazem parte da ALALF e servidores do município de Lauro de Freitas.
As inscrições serão feitas exclusivamente através do site da editora Livro.com (www.editoralivro.com) até às 18h do dia 01.07.2012. inscrições enviadas após esse prazo não serão aceitas. Os textos devem ser digitados em espaço simples (Word), fonte Arial tamanho 12, acompanhados da identificação do autor (Nome, endereço completo, telefone, e-mail e um breve currículo) para qualquer categoria.
Cada autor poderá inscrever apenas um texto, seja em qual categoria for. Os participantes deverão observar:
Cordel – mínimo de 4 páginas em Word e máximo de 8 páginas;
Conto – mínimo de 4 páginas em Word e máximo de 10 páginas;
Poesia – mínimo de 1 página em Word e máximo de 4 páginas.
Os promotores do evento não se obrigam a devolver o material utilizado para as inscrições, ficando os mesmos na guarda da Comissão Julgadora.
O ato de inscrição implica automaticamente na aceitação integral por parte dos concorrentes dos termos deste Regulamento.

DO JULGAMENTO E SELEÇÃO
O julgamento das obras será feito por uma comissão formada por quatro jurados de reconhecida experiência comprovada na cultura regional, acadêmicos da ALALF – Academia de Letras, Artes e Cultura de Lauro de Freitas, que atribuirão notas de 0 a 10 ao material inscrito, sendo sua decisão soberana, não cabendo qualquer manifestação contrária.
Em caso de empates entre os três primeiros colocados o desempate se dará pela nota do 1º jurado, persistindo o empate os jurados serão contactados para atribuírem novas notas aos referidos trabalhos.
O nome dos selecionados será divulgado no sitewww.editoralivro.com até o dia 15.07.2012.

DA PREMIAÇÃO
A premiação acontecerá no dia 31 de julho, a partir das 19h, no Cine Teatro Lauro de Freitas, na praça da Matriz, Centro, Lauro de Freitas-BA.
Os melhores colocados no Prêmio Lauro de Freitas de Literatura receberão os seus textos publicados em livro durante a noite de premiação, quando receberão 20 livros cada um. Os autores que não puderem comparecer ao evento, deverão enviar representantes ou, em último caso, poderão retirar os exemplares na sede da Livro.com, na Avenida Luís Tarquínio, Edf. Joana Marques, loja 02, Lauro de Freitas-BA.

DO USO DA IMAGEM E DOS DIREITOS AUTORAIS
Ao se inscreverem no Prêmio Lauro de Freitas de Literatura, os participantes autorizam, automaticamente, o uso da sua imagem e nome em todo o tipo de material promocional, eletrônico, impresso ou televisivo e radiofônico, além de cederem gratuitamente e sem ônus o direito autoral dos textos especificamente para a publicação da Antologia Lauro de Freitas de Literatura não havendo necessidade de formalização contratual, pois os direitos autorais são dos autores.

Valdeck Almeida de Jesus

sábado, 7 de julho de 2012

SESC Cordel no Mercado Central – Fortaleza - CE

 

Fonte: SESC- CE

 

 Com o objetivo de estar mais perto dos comerciários, o SESC firmou uma parceria com o Mercado Central de Fortaleza, e a partir de julho realiza apresentações culturais dentro do Mercado.

 

A primeira realização dessa união acontece neste sábado (7).às 11 horas, com a apresentação do poeta, cantador e cordelista Jota Batista, através do projeto SESC Cordel.

Ressaltando causos e peripécias típicas do Ceará, Jota Batista mostra também, em sua apresentação, espontaneidade e o gaiato modo cearense de se expressar. O cordelista recitará rimas e cordéis com destaque para a região do Canindé, influenciada pela devoção franciscana do poeta, como: “São Frantônio, o Santo do ano 2001”, ou em “A Viagem de São Francisco...”.

Sobre o SESC Cordel
O SESC Cordel tem como objetivo contribuir para a criação, desenvolvimento e revigoramento da literatura de cordel no Ceará. O projeto proporciona o lançamento de novos poetas e inúmeros folhetos inéditos, além de encontros regulares de cordelistas e o fomento de grupos de estudo, pesquisa e produção em literatura de cordel.

SERVIÇO
SESC Cordel no Mercado Central - Cordelista Jota Batista

Local: Mercado Central (Av. Alberto Nepomuceno, 199 - Centro)
Data: 7/7
Horário: 11h

:::Gratuito:::

EXPOSIÇÃO DE XILOGRAVURA E LITERATURA DE CORDEL – ESC. CEF 01 DA ESTRUTURAL – BRASÍLIA (DF)

Fonte: Blog CEF 01 Estrutural
A Exposição de Xilogravura e Literatura de Cordel trouxe à escola a alegria da cultura popular nordestina.

No descontraído ambiente de uma feira, a comunidade escolar teve acesso, entre os dias 25 e 29 de junho, a um universo diferente daquele que está acostumada.

Os alunos percorreram esse ambiente de feira e tiveram a oportunidade de aumentar os seus conhecimentos acerca de uma cultura genuinamente brasileira.

Neste intuito, as CEF 01 da Estrutural juntamente com a Coordenadora Luana Marques promoveram uma Oficina de Feitura dos Cordéis.

Caixa de Literatura de Cordel

Fonte: Fenearte

CAIXA ECON

DescriçãoA caixa Literatura de Cordel traz 09 (nove) folhetos com histórias e temáticas variadas, desde personalidades como o pintor Pablo Picasso (Picasso foi mesmo grande em tudo?) e o cangaceiro Lampião (O dia que Lampião entrou na igreja) a histórias inusitadas do dia a dia (O homem que pintou a parede e a mulher chupou, O aniversário do gato, O Peido que a Loura deu) no melhor estilo da narrativa popular em versos. Músico, poeta, artista de teatro e educador, Franklin Costa – natural de Ilhéus/Ba - foi um dos ganhadores do Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – edição Patativa do Assaré, do Ministério da Cultura. A sátira social e política, a crítica aos costumes de ética duvidosa, o gracejo e situações inusitadas são temáticas frequentes na produção contemporânea da literatura popular.

Preço a combinar.

Contato:Franklin Costa
8197029480
53370440
Olinda

domingo, 3 de junho de 2012

Entrevista de Francisco Diniz sobre literatura de cordel para Ana Gomes.

Fonte: www.projetocordel.com.br

 

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Ana Gomes, estudante da UFAL(Universidade Federal de Alagoas), curso de Ciências Sociais.
Pesquisa sobre a importância do Cordel na cultura nordestina e o processo de criação dos autores.
e-mail: ana-lu-gomes@hotmail.com
Respostas de Francisco Diniz
João Pessoa, 27 de maio de 2012.


1. Em um mundo globalizado, em que a tecnologia é a cultura dominante, qual a importância da literatura de cordel?
O folheto de feira, a história em versos, o romance ou simplesmente o versinho, como o cordel era conhecido no Nordeste brasileiro da época de Leandro Gomes de Barros(a partir de 1893) até o tempo em que a universidade começou a usá-lo como elemento de suas pesquisas (a partir da década de 1970) com Mark Curran, Joseph M. Luyten, Ariano Suassuna, Átila Almeida, José Alves Sobrinho, Neuma Fechine, dentre outros tantos, o cordel era a própria tecnologia, a tecnologia que levava informação, entretenimento e saber ao povo, que não tinha acesso ao jornal, rádio ou tv. Hoje o cordel se exibe através de vários meios, como a música, o livro, o vídeo documentário, o jornal, a tv, o rádio e a internet para lembrar as pessoas em geral das coisas do povo simples, que precisa se expressar e mostrar um potencial valiosíssimo, que só precisa da percepção de gestores inteligentes e comprometidos com a causa para que ganhemos todas as escolas, teatros, cinemas, a grande mídia... e o gosto das pessoas. Enquanto esse tempo não chega percebemos que há um movimento considerável de autores e professores no Brasil inteiro para mostrar às novas gerações como a literatura de cordel pode ser importante no estímulo à leitura, na facilitação da aprendizagem de determinados conteúdos e até como instrumento de lazer, pois muitos de seus textos, além de narrativos são também motivo de distração.

 
2. Existe incentivo à literatura de Cordel?
Existem leis de incentivo à cultura em muitos municípios e estados do Brasil que abrem espaço também para o cordel, no entanto ainda é muito pouco, tendo em vista a demanda de autores e principalmente considerando-se a importância histórica da poesia popular. Fora isso os autores de cordel se submetem a fazer projetos e enviar a instituições culturais e a pedantes gestores que muitas vezes desconhecem ou não dão importância ao nosso folheto. Por outro lado os cordelistas escrevem seus textos, as vezes editam por conta própria e saem nas feiras, escolas, universidades, rádios, tvs, - e hoje também na internet -, eventos culturais e apresentam a amigos na tentativa de comecializar os seus trabalhos, e assim, contribuem para preservar este nosso patrimônio.
3. Quando começou a escrever?
Em 2000.


4. De onde surge a inspiração?
De várias fontes, a partir de um momento de alegria, de tristeza, de revolta, ao vivenciarmos ou vermos alguma injustiça, mas também na necessidade de atender a um pedido de trabalho num determinado prazo. Mas é imprescindível termos a vontade momentânea de escrever. Quando não sinto vontade, nem sento na bancada.
Francisco Diniz

“SOFRESSOR” cria carta em forma de cordel para o governador - Bahia

O sofrimento somado à garra e vontade de garantir uma Educação de qualidade para a população inspirou um professor que utiliza o pseudônimo de “sofressor” a criar este cordel.

Fonte: aplbsindicato.org.br

Carta em forma de Cordel ao Governador da Bahia

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Prezado Governador

Choro sangue no papel,

Quando assisto entristecido

O seu risível papel,

Maltratando o professor

Como faz um Coronel…

 

Fico aqui me perguntando,

Simples pobre “pensador”,

O que leva um governante

A causar tamanha dor

Ao pobre que está lutando

Contra um grande Ditador…

 

Procuro uma só razão

Capaz de justificar

Essa tua intransigência,

Teu prazer em maltratar

A quem tem a obrigação

De a nação toda educar…

 

Um direito garantido

Não pode ser violado,

O aumento ao professor

Deve ser negociado,

O PT é o teu partido,

Não teu trono coroado…

 

Devolva à nossa Bahia

Sua azul tranquilidade,

Pense nas pobres famílias,

Alvos da tua maldade,

Deixe dessa rebeldia

E diga ao povo a verdade…

 

A mentira , “caro amigo”,

Pernas curtas deve ter,

Pois o piso é Nacional,

Disso tu deves saber,

Não transforme em inimigo

Quem sustenta o teu poder…

 

A história não perdoa

O cinismo de um tirano,

Sadan foi assassinado

Por ser porco e leviano,

Tua ação maldosa ecoa

Em todo o povo baiano…

 

O professorado sabe

Que o tempo é seu aliado

E que a gente da Bahia

Também está do seu lado,

Dê ao povo o que lhe cabe

Vá mandar em outro estado…

 

Vamos fazer a campanha

Contra tua tirania,

Nunca mais terás meu voto,

Tu maltratas a alegria,

Vê se então toma vergonha,

Vai-se embora da Bahia…

 

Que o povo te jogue praga,

Chamando-te de farrapo,

Colocando o teu nome

Dentro da boca de um sapo,

Porque aqui é que se paga,

Nem que seja no sopapo…

 

Deixa de beber cachaça,

De mentir com cara dura,

O povo da nossa terra,

Rica em beleza e cultura,

Não quer mais tua trapaça

Tua risível figura…

 

Ouça ao pobre do poeta

Que canta com devoção,

Alertando ao soberano

Sobre a força da nação,

Não haja como um pateta

Teu destino é a solidão…

 

Vou aqui profetizar,

Sobre o teu pobre destino,

O teu nome será posto

Junto ao nome de um cretino:

“Hitler”, o povo irá bradar,

“Tu serás um assassino!”

 

“Tu serás um assassino”,

Cantará toda cidade,

“Hilter”, o povo irá lembrar,

Na maior tranquilidade,

“Tu serás um libertino”

Por toda a eternidade…

 

Não maltrates nosso povo,

Sobretudo o professor,

Ele sabe como agir,

Suporta tortura e dor,

Teu governo acendeu fogo

No coração do eleitor…

 

“No PT não voto mais,

Velhas lições aprendi,

Agora sonho acordado,

Pois de bom eu nada vi,

Eu acho que é satanás

Quem governa por aqui…”

 

“O diabo ganhou forma,

Tem os olhos do PT,

Ele brinca com a gente,

Ele diz nos dar prazer,

A lei da nação deforma:

Faz o professor sofrer…”

 

“Te esconjuro Satanás”,

Benze a face o professor,

Ao olhar para o retrato

Do falso Governador,

“Sai de mim, chega pra trás”,

“Teu maldito ditador!”

 

Pense bem neste cordel

Nas palavras que ele tece,

No sentido que ele guarda,

No brilho que se arrefece

No olhar do povo fiel

Que clama a Deus numa prece…

 

Teu governo irá tombar

E teus feitos de maldade,

Porque quem maltrata o povo

Com tortura e com maldade,

Não consegue suportar

A face da liberdade…

 

Caminho para encerrar

Meu protesto literário,

Minha forma de dizer

Que não luto solitário,

O verso tem seu lugar

Num governo reacionário…

 

Minha arma é a poesia,

Minha palavra cortante,

Meus versos sem vaidade

Tentam congelar o instante,

Mostrando que a hipocrisia

Não tem nada de elegante…

 

Escute meu triste canto,

“Quem avisa amigo é,”

Dê de volta ao professor,

Sua graça e sua fé,

Quem produz o desencanto

Termina junto à ralé…

 

Meu caro Governador,

Jacques Wagner cruel,

Não brinque com quem derrama

O sangue sobre o papel,

Sou também um professor

Na arte de fazer cordel…

 

Vou de novo repetir

Para o povo este refrão,

“Quem avisa amigo é”

Não se meta em confusão,

Se tu não queres me ouvir

Vai ouvir o meu bordão…

 

Deixe em paz o professor,

Devolva a ele a alegria,

“Quem avisa amigo é”

Ensino com poesia;

O verso tem mais valor

Do que tua hipocrisia…

 

Meu caro Governador

Não se meta em confusão,

“Quem avisa amigo é”,

Isso vai virar refrão,

O final de um Ditador

É viver numa prisão…

 

Encerro agora o cordel,

Pois cumpri minha missão,

“Quem avisa amigo é”,

Diz o povo da nação,

Governador Coronel

Não vence mais eleição…

quarta-feira, 16 de maio de 2012

PARTICIPE DO VI PRÊMIO COSERN LITERATURA DE CORDEL.

Reproduzido do Blog da Joceilma Arte Cultural


Com o tema “O que é ser cidadão”, está lançado o VI Prêmio Cosern Literatura de Cordel. Dividido em três categorias - Ensino Fundamental, Ensino Médio e Categoria Livre – o concurso receberá inscrições até o dia 7 de julho de 2012 e distribuirá aos vencedores troféus e mais de 4 mil reais em prêmios.

O Prêmio Cosern Literautura de Cordel faz parte da programação do Circuito Potiguar do Livro e os vencedores serão conhecidos na abertura da 8ª Feira do Livro de Mossoró, no dia 08 de agosto desse ano.

A exemplo das edições anteriores, além da premiação, os três melhores trabalhos de cada categoria serão reunidos em um livro, cuja distribuição será feita entre as  bibliotecas da rede pública de ensino do Rio Grande do Norte.

Para participar os candidatos devem ler o regulamento e preencher a ficha de inscrição disponíveis na internet, no endereço: www.premiocordel.com.br.

Leonardo Dantas

OFICINA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA - A Agência do Nordeste.

Phone: +55 84 3201 0501 | Fax: +55 84 3211 5304 | Mobile: +55 84 8851 4693

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Momento Cultural: Já nas bancas os cordéis: "O Chofer de Caminhão" e " A Mulher Matadeira", escritos por Sr. Luiz Leopoldino... Um poeta canguaretamense!!! - RN

Reproduzido de canguaretamaemchamas

"A Mulher Matadeira" e o "Chofer de Caminhão" são apenas duas entre as mais de 30 obras literárias no campo da literatura de cordel escritas pelo poeta popular Sr. Luiz de Andrade, um filho natural de Canguaretama.

Luiz Leopoldino de Andrade nasceu em 25 de agosto de 1943 no Engenho Outeiro. Filho de  Arminda Maria de Oliveira Lopes e de José Francisco Leopoldino de Andrade, conhecido como "Zé Padre", herdando assim, a alcunha de "Luiz Padre". Desde seu nascimento, sempre viveu na mesma comunidade, sendo um verdadeiro amante de sua terra natal.

Na maioria de suas obras, este cordelista faz homenagens à  grandes amigos, alguns falecidos, figuras cômicas, colocando a figura da mulher  como centro das atenções  e expondo suas diversas personalidades focadas em uma ótica política e socioeconômica da realidade brasileira.

Sr. Luiz, desde menino foi agraciado por Deus com a brilhante habilidade para escrever versos populares, atingindo grande destaque na literatura de cordel.

Amante da vida e da cultura popular brasileira, Sr. Luiz Leopoldino vem deixando os leitores com grande animação e entusiasmo ao ler seu verdadeiro acervo literário.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Palestra sobre Literatura de Cordel Com Frank Muniz – São José do Rio Preto - SP

Reproduzido de A Tela da Reflexão
CONVITE PALESTRA LITERATURA DE CORDEL e LANÇAMENTO DO LIVRO "SETE" DE FRANK MUNIZimage                                                                                   Imagem 
CONVITE
O ROTARY CLUB SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - BOA VISTA tem a honra de convidá-lo para participar da palestra LITERATURA DE CORDEL, a ser proferida pelo escritor FRANK MUNIZ, no dia 15 de maio de 2012 (terça-feira), às 20:00 horas, na sua sede à Rua Tenente João Bosco de Camargo, 88 – Boa Vista – São José do Rio Preto, juntamente com o lançamento, pelo ROTARY CLUB BOA VISTA, do livro “SETE” (literatura de Cordel), livro premiado pelo Programa Municipal Nelson Seixas de Fomento à Produção Cultural 2011.
Entrada franca. Esse convite é extensivo a sua família e amigos que queira convidar. Após a reunião será servido jantar, e você, familiares e amigos, são nossos convidados (também Entrada Franca) – mas obrigatório confirmar a presença de todos os participantes, tanto para a palestra como para o jantar. Solicitamos confirmação de presença pelo e-mail pfcb@excelenciaglobal.com.br, ou pelo telefone 9123-7518, até o dia 14 de maio de 2012 (segunda-feira), sem falta. Desde já agradecemos a sua participação. Evaldo Metzger FilhoPresidente 2010/2011

ROTARY CLUB S. JOSÉ DO RIO PRETO
BOA VISTADistrito 4480 – No. 7802
Fundado em 22 de outubro de 1979

Literatura de Cordel tem oficina gratuita para Professores da Rede Pública (DF)

Reproduzido de Famaliá

image Imagem

 

Estão abertas, até o dia 23 de maio, as inscrições para as oficinas “A música e a poesia na cultura brasileira”, resultado do prêmio “Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa do Assaré”. Direcionada aos professores de escolas públicas do DF, o curso de literatura de cordel será ministrado pelo professor Jairo Mozart que tem como objetivo difundir esse importante elemento da cultura popular brasileira na sociedade, e é por isso, destinada aos professores, responsáveis por disseminar o conhecimento aos seus alunos, que através deste curso terão em mãos uma nova ferramenta para desenvolver exercícios em diversas disciplinas escolares.

Lá no curso de Cordel

Poesia vai rolar

Com rima e métrica

Quem vier vai constatar

Do prazer e certeza

Dessa arte milenar

 

Com Sextilha, Gemedeira.

E também Quadrão Mineiro

Sem esquecer o Martelo

E de ser bom companheiro

Nesse trabalho de grupo

Pra ver quem chega primeiro.

Jairo Mozart.

 

No início do Brasil colônia, os países europeus, já tendo sua cultura influenciada pelos Mouros, os quais foram subjugados por 7 mil anos, nos deixaram, também, como herança a literatura de cordel que muito tempo depois passou a ter força através de Leandro Gomes de Barros. A região nordeste do Brasil, depositária de grande diversidade de influências culturais durante o processo de colonização, desenvolveu técnicas de poesia que é considerada um dos veículos mais antigos de comunicação de massa – a Literatura de Cordel. Tradicionalmente vendidos em feiras livres, os livretos eram pendurados em um varal feito com cordão. Esse tipo de leitura sempre foi muito popular, pois é utilizada para informar e debater com a população os mais diversos assuntos, adotando estilos variados, cada qual com regras próprias.

Segundo Mozart, a ideia de ensinar as técnicas de cordel para os professores faz parte da preocupação em reforçar a identidade cultural brasileira e a manutenção do patrimônio imaterial do Brasil. “A importância da Literatura de Cordel, na cultura brasileira, fez com que seu ensino fosse incorporado ao currículo escolar da educação básica. Quando utilizado em sala de aula, dentro do processo de alfabetização, os exercícios de composição oral poderão ser poderoso motivador para a aquisição da leitura e escrita”, diz o professor.
Os educadores interessados no curso devem se inscrever na EAPE (907 sul) até o dia 23 de maio. Serão quatro turmas de 50 alunos, com cinco encontros previstos para os meses, maio e junho. O curso é gratuito, devido a prêmio recebido no Ministério da Cultura em 2010, e ao final, a Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE) irá conceder certificado de participação. Os horários e carga horária (20 horas por turma) da oficina foram estipulados para que os professores possam aproveitar o tempo destinado a coordenação da escola e utilizar-la na somatória necessária para a formação continuada e promoção dentro do Plano de Carreira. Inscrições no site: www.eape.se.df.gov.br

O professor

Jairo Mozart é músico, compositor, cordelista e artista plástico, paraibano natural de João Pessoa, com mais de 30 anos de carreira artística. Sua discografia tem 12 títulos, fez apresentações musicais em vários estados brasileiros e fora do Brasil. Musicou e fez direção de peças teatrais, participou de exposições com suas pinturas e publicou vários títulos de literatura de cordel (A Peleja dos Ipixunas com os Brancos Invasores, O Auto de Lampião no Além, O Cordel do Peixe-Boi; O Vaga-lume perde a Luz na Queimada da Floresta; A História do Cordel em Cordel, O Cordel da Missão Cruls, entre outros).

Desenvolve há alguns anos a atividade de divulgação e ensino da Literatura de Cordel para alunos e para professores do ensino básico – Colégio Marista Taguatinga/DF, Centro Educacional Setor Leste/DF, professores dos municípios de Chapada Gaúcha, Arinos, Unaí, Urucuia e Buritis, e nos Distritos de Serra das Araras e Sagarana, na região do Parque Nacional Grande Sertão Veredas (MG). Atuou como facilitador em projeto social destinado a alunos pobres da rede pública do DF.

Atua também como produtor cultural, tendo iniciado essa carreira em 1978 na CBS, como produtor de Raimundo Fagner, Juca Chaves e Cátia de França. Criador de vários projetos culturais, entre eles: Projeto Araponga (PB), Projeto Som Nosso (PB), Projeto Som Brasília (DF), Projeto Trilha das Águas (DF), Projeto Cordel na Escola (TO), e Projeto Etnias.

Início das Aulas: 28 de maio de 2012

Horário: Turmas no período matutino e vespertino.

Local: Escola de Aperfeiçoamento da Secretaria de Educação do DF – EAPE. A EAPE é uma parceira da oficina.

Inscrições a partir do dia 09 de maio no site: www.eape.se.df.gov.br

Informações: 61 4141.1061 Chang Produções

terça-feira, 8 de maio de 2012

CORDEL “A POLÍTICA E A POLITICAGEM”

Reproduzido do Blog de Alvinho PatriotaimageImagem

 
Autor: PAULO TARCISO

Caros ouvintes vos peço
Atenção uma vez mais
Para fazer uma análise
Creio interessa demais
O tema é muito importante
Me escutem por um instante
E saiba como se faz!

Política e politicagem
A prática e a teoria
A diferença é tão grande
Chega a gente se arrepia
A beleza da origem
É mesmo de dar vertigem
A prática do dia a dia.

O pai daciência política
Aristóteles é seu nome
Maquiavel também mostra
Ao político ou governante
Como se deve governar
E ao povo fez ensinar
Dar “Tchau” ao mau governante.

A política e sua origem
Thomas Hobbes avaliou
Era um absolutista
Montesquieu inaugurou
Três poderes Separados
Pra um governo organizado
Um grande avanço marcou.

Para criar nossas leis
O Poder Legislativo
Já pra nos governar
Chama-se o Executivo
E para a lei aplicar
Nos temos que convocar
Judiciário é preciso.

Em toda sociedade
Precisa organização
Um povo, cidade ou Estado
Ou mesmo em qualquer nação
E preciso existir leis
Para governantes ou reis
Para lhes dar direção.

Todo poder vem do povo
E em seu favor deve ser
Aplicada qualquer lei
Sem nunca se esquecer
Dos pobres e desvalidos
E dos grupos de excluídos
Que em toda terra há de ter.

Toda verba aplicada
Em favor da educação
Saúde e no social
Pra toda a população
Escola é muito importante
Governo pra ir avante
Ao professor dar atenção.

Como disse Maquiavel:
Um governante pra ser
Benquisto pelo seu povo
Com ele vá conviver
Morar em sua cidade
Saber das necessidades
Nunca, jamais, se esconder.

(…)

Leia o texto integral aqui

Jovens vivenciam a Literatura de Cordel em bairro popular/Salvador-BA

Reproduzido de Poesia Baiana

O projeto sócio-educativo ocorre aos fins de semana e pretende formar agentes multiplicadores e preservar a literatura de Cordel

Literatura de Cordel para jovens de um dos bairros mais tradicionais e populosos de Salvador. A Bumbá – Escola de Formação Artística, Organização Não-Governamental (ONG), realiza todos os fins de semana, no bairro da Boca do Rio, o Projeto Cordel na Boca e neste domingo (13), a partir das 9h da manhã, os jovens atendidos pela ação sócio-pedagógica receberão a visita de dois conhecidos cordelistas do cenário soteropolitano – Jotacê e Antonio Barreto. A ideia é promover uma aula especial, com intercâmbio de experiências e relatos sobre o fazer da Literatura de Cordel.

O projeto como um todo será realizado até o mês de agosto e culminará em uma grande mostra artística ao ar livre no próprio bairro. Serão mais de 120 horas de formação com o objetivo imprimir uma prática artístico-pedagógico que forme novos leitores e criadores de Literatura de Cordel na comunidade da Boca do Rio e com isso divulgar e preservar esta cultura popular.

“O maior desejo é estimular o exercício da auto-estima, comunicação, relacionamentos interpessoais, capacidade de se auto gerir, tomada de decisões, enfim, contribuir para maior integração e participação dos jovens com seu entorno social e, conseqüentemente, com sua cidade e história”, explica Sérgio Bahialista pedagogo, cordelista e instrutor do projeto.

Bumbá – Escola de Formação Artística - A Bumbá – Escola de Formação Artística, é uma ONG (Organização Não- Governamental) que surgiu a partir de experiências locais na comunidade da Boca do Rio, em Salvador – BA, na perspectiva da consciência da cultura como potencial para o desenvolvimento econômico e social local. Apesar de recente, a Bumbá reúne profissionais com uma longa trajetória em instituições inovadoras na área do Terceiro Setor e na construção e desenvolvimento de metodologias de educação, arte, cultura e comunicação para a cidadania com vista à autonomia, criatividade e visão empreendedora de adolescentes e jovens baianos.

Serviço

O quê: Projeto Literatura de Cordel

Quando: Sábados e domingos

Onde: Alto Beira Mar, S/N – Boca do Rio (próximo a Vidraçaria São Paulo)

Quanto: Gratuito

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Alunos lançam livro de cordel com recursos próprios na localidade Sítio do Alegre

Reproduzido de Revista Az

Os alunos do 8º ano e EJA da 4ª Etapa, lançaram um livro voltado à literatura de cordel na localidade Sítio do Alegre. O evento foi realizado na noite da última sexta-feira (04) e aconteceu na Escola Municipal Estevão Ferreira da Costa. O evento teve como objetivo levar ao conhecimento dos alunos o verdadeiro estilo de leitura e escrita do Cordel Piauiense. O projeto foi batizado como “O Encanto do Cordel” e reuniu uma variada sequência de versos, todos de autoria dos alunos das referidas séries escolares.

É importante destacar que os alunos realizaram a customização de capa, layout e impressões de exemplares com o dinheiro do próprio bolso e com a ajuda de populares que se interessaram pelo trabalho desenvolvido sob o comando da professora esperantinense Jesus Miranda e a aluna Sandra Carvalho do Eja que ajudou a organizar o lançamento do livro.

O evento teve a presença ilustre do repentista Chaguinha da Viola acompanhado de sua filha Marcelane que encantou o público presente com suas rimas e enboladas numa “cantoria” que durou cerca de duas horas.

              

Livro destaca o papel político da literatura de cordel na Primeira República

Reproduzido de FAPERJ

Débora Motta

Reprodução

Capa do livro: obra resgata a atuação
    política de Leandro Gomes de Barros

A Primeira República ou República Velha (1889-1930), que vai da proclamação do modelo republicano ao início da era Vargas, costuma ser relatada, na historiografia oficial, como um período de inexpressiva mobilização política do povo, que teria sido conduzido passivamente pelas elites da época. Mas para a pesquisadora Ivone da Silva Ramos Maya, a produção literária do poeta paraibano Leandro Gomes de Barros (1865-1918), considerado o fundador da literatura de cordel impressa, coloca-se como um contraponto a essa ideia. No livro O povo de papel – a sátira política na literatura de cordel, a autora defende que o povo era informado, pelos poemas, sobre como funcionava o sistema político da época. A obra foi publicada com apoio da FAPERJ, pelo Programa de Auxílio à Editoração (APQ 3).

Com uma abordagem original, que associa a obra de Leandro Gomes de Barros ao contexto político da Primeira República, o livro se situa na fronteira entre a poesia e a história. "O foco da pesquisa consistiu, essencialmente, em buscar os temas trabalhados pelo autor sobre o contexto político da época e inaugurar uma nova historiografia para o período conhecido como Primeira República", conta Ivone. Para isso, ela se debruçou por cerca de cinco anos sobre um vasto acervo de folhetos de cordel escritos por Leandro Gomes de Barros. "Baseei-me, sobretudo, na seleção de poemas políticos que já havia começado a estudar, quando coordenei o projeto de pesquisa intitulado ‘Folhetos de Papel: Memória do Cordel’, realizado sob o patrocínio da FAPERJ, para a Fundação Casa de Rui Barbosa, sobre a obra do poeta", acrescenta.

A passagem da monarquia à república é descrita pelo poeta paraibano como um momento de grandes reviravoltas sociais, políticas e econômicas. Ele era uma voz popular que se posicionava claramente contra o novo regime. "Leandro Gomes de Barros representou o panorama político e social da Primeira República ao denunciar os fatos do cotidiano daquela época, sobretudo os de caráter político, com uma linguagem facilmente inteligível por seu público, em que prevalece a ironia, a sátira e, algumas vezes, a paródia", avalia Ivone. "Nesse sentido, o poeta desnuda para o leitor os bastidores do poder fazendo poemas sobre eleições, carestia, impostos, seca, corrupção, etc. que constituem, na opinião dele, os ‘pilares’ da Primeira República", completa.

Leandro Gomes de Barros descreveu ainda a atuação de coronéis, chefes do cangaço e membros das oligarquias locais, além das relações entre os poderes municipal, estadual e federal. Com acidez e humor, ele despertava entre seus leitores o sentimento de cidadania, ainda que marcado pelo ceticismo. Um exemplo desse espírito crítico resgatado no livro é o trecho do poema "Ave Maria", que destaca o sistema corrupto eleitoral, tanto em nível distrital, estadual, quanto nacional: No dia da eleição/O povo todo corria/ Gritava a oposição/ Ave Maria/ Via-se grupos de gente/ Vendendo votos nas praças/ E a urna do governo/ Cheia de graça.

                   Reprodução

Com ironia, o poeta criticava
o regime político da 1ª República

Para a doutora em Literatura Geral e Comparada pela Universidade de Paris III, a importância de Leandro Gomes de Barros transcende a poesia e vai para o campo da militância política. "O poeta parece perpetuar uma tendência crítica aberta desde o século XVIII na literatura brasileira, que se baseia na denúncia dos males sociais através da ironia e do humor. Além de representar uma obra em que a originalidade dos temas constitui a chave para o sucesso de sua poética", diz a professora da Universidade Federal Fluminense (UFF).

De acordo com a autora, O povo de papel é uma oportunidade de divulgar pérolas da obra de Leandro Gomes de Barros e de revisitar criticamente a história da Primeira República. "A principal contribuição do livro é iniciar um trabalho de resgate dessa obra poética de tamanha importância histórica, mas relegada praticamente ao campo da literatura popular. Minha intenção foi produzir um texto em que viesse à tona essa lacuna historiográfica, que seria preenchida com as observações aguçadas de um poeta popular à frente do seu tempo", conclui.

Da Literatura de Cordel à Arte da Xilogravura – Rio de Janeiro/RJ

Arte de Xilogravura

Extraído de Congregação de Nossa Senhora - Notre Dame

Dando continuidade ao Projeto de Leitura da Rede Notre Dame – Lendo e escrevendo na escola: uma atitude necessária e sustentável, O Rei do Baião “invadiu” as turmas do 8° ano!

A cultura nordestina chegou aos estudantes pela literatura e pela música popular brasileira, tendo a obra O Auto da Compadecida como inspiração inicial que levou os alunos à criação de um texto em cordel abordando do centenário de Luiz Gonzaga ao universo criado na obra de Ariano Suassuna.

A arte da xilogravura é a técnica de criação e impressão de gravuras a qual se utiliza da madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel. É um processo muito parecido com um carimbo.

Na sala de projeção, imagens sobre a origem, a história e as características da Arte da Xilogravura e da Literatura de Cordel aguçaram a percepção de um Brasil diferente. “A xilogravura é uma das artes que mais fascina nesse mundo mágico da Literatura de Cordel. Ela dá vida à madeira e retrata, em seus desenhos e criações, formas e sonhos” , afirma a professora de artes, Débora de Castro.

 
Literatura de Cordel

  
Literatura de Cordel
 
Literatura de Cordel
Literatura de Cordel
Literatura de Cordel
Literatura de Cordel
Literatura de Cordel
Arte de Xilogravura 
Arte de Xilogravura
Arte de Xilogravura
Arte da Xilogravura
Arte da Xilogravura
Arte da Xilogravura
Arte da Xilogravura